Ela gritava, seu grito mais alto era o silêncio. Seu quarto era seu melhor amigo, tecnologia, canta, papel eram sua arte, as vezes arte sem sentido, arte inútil. As vezes nada faz sentido.Seu pulso doía, a cabeça e principalmente o coração, não havia remédio que curasse. Ela gritava que estava mal mas ninguém a ouvia. Ela foi ficando fria, cada vez mais fria, da sua boca só saia o necessário, ela sorria, mas não significava nada aqueles sorrisos em seus lábios. Era como se ela usasse uma marcara, uma armadura para ninguém chegar perto dela, ninguém se importava se ela estava bem, afinal ela sorria! Ela foi se acostumando com isso, ou pelo menos achava que sim, só até o dia que seus pulsos e seu coração doeram mais profundamente. Imediatamente ela acho que sua dor teria fim bem ali, pobre garota! La estava ela, no seu quarto, caída no chão, segurando uma lâmina e seus pulsos sangrando. Seu sangue escorrendo pelo chão, passou por baixo da porta que estava trancada, sua mãe desesperada já gritava e chorava, seu pai destruiu a porta e ao entrar se deparou com sua filha dando o ultimo suspiro. Nada mais poderia ser feito.Depois disso, tudo o que seu pai achou foi simplesmente tudo o que ele tinha perdido e esquecido de sua filha, coisas que ele nunca tinha se importado, tudo estava escrito em folhas, cadernos e nas paredes de seu quarto. Seus sentimentos assim eram expressados, já que não havia ninguém com quem ela pudesse falar....



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